A fase de grupos da Copa Libertadores 2026 começa cercada de expectativa — e com um cenário já conhecido: o domínio brasileiro segue como o grande obstáculo para o resto da América do Sul.
O império brasileiro segue firme
Os clubes do Brasil chegam mais uma vez como favoritos absolutos. O atual campeão Flamengo lidera a lista, ao lado de potências como Palmeiras e Fluminense.
Além deles, Corinthians e Cruzeiro reforçam a força brasileira, enquanto o estreante Mirassol surge como a grande surpresa da edição.
O desafio? Derrubar um país que venceu as últimas 7 edições.
Colômbia: entre esperança e incerteza
Os clubes colombianos chegam com mais vagas, mas ainda sem convencer totalmente.
- Independiente Santa Fé e Junior Barranquilla vivem altos e baixos
- Deportes Tolima aparece como o mais regular
- Independiente Medellín encara um grupo complicado
A sensação é clara: talento existe, mas falta consistência para bater de frente com os gigantes.
Argentina tenta reagir
Sem o River Plate, o protagonismo recai sobre o Boca Juniors, que chega pressionado para frear o domínio brasileiro.
Outros nomes como Estudiantes de La Plata, Rosario Central e Lanús correm por fora — mas sem o mesmo favoritismo de outros anos.
Duelos que prometem na fase de grupos
Alguns confrontos já chamam atenção:
- Flamengo 🆚 Estudiantes
- Palmeiras 🆚 Junior
- Boca Juniors 🆚 Cruzeiro
- DIM 🆚 Estudiantes
Jogos que podem definir cedo quem briga pelo título.
Sul-Americana: cenário também instável
Na Copa Sul-Americana, o equilíbrio é maior — mas a irregularidade também.
O Millonarios, por exemplo, ainda luta por consistência e precisa pontuar fora de casa para seguir vivo.
Possíveis surpresas?
Sem um favorito claro fora do Brasil, cresce a esperança de “azarões”:
- Clubes do Equador 🇪🇨
- Uruguai 🇺🇾
- Paraguai 🇵🇾
- E até a própria Colômbia 🇨🇴
Podem surgir como protagonistas inesperados em 2026.
Resumo final
- Brasil segue como força dominante
- Argentina tenta recuperar protagonismo
- Colômbia vive fase de instabilidade
- Sul-Americana promete equilíbrio
- E o continente espera… um novo herói
Por: Eduardo P. Silva