Wolfsburg 2008/09: como Grafite, Džeko e Magath levaram o clube ao primeiro título alemão

Existem títulos que entram para a história não apenas pelo troféu conquistado, mas pela maneira como são construídos. A campanha do Wolfsburg na Bundesliga 2008/09 pertence a essa categoria.

Antes daquela temporada, o VfL Wolfsburg jamais havia conquistado o Campeonato Alemão. O clube, fundado em 1945 e fortemente ligado à Volkswagen, havia se estabelecido na elite do futebol alemão, mas ainda estava distante do patamar dos gigantes tradicionais.

Tudo mudou em 2008/09.

Sob o comando de Felix Magath, o Wolfsburg montou uma equipe extremamente competitiva, com jogadores como Diego Benaglio, Andrea Barzagli, Josué, Christian Gentner, Zvjezdan Misimović, Grafite e Edin Džeko. O resultado foi uma das maiores surpresas da história da Bundesliga: o Wolfsburg terminou campeão com 69 pontos, dois à frente do Bayern de Munique.

Mais impressionante ainda foi a maneira como o título foi conquistado.

O Wolfsburg teve o melhor ataque da competição, com 80 gols, e contou com a dupla Grafite-Džeko responsável por impressionantes 54 gols. Grafite terminou como artilheiro, com 28 gols, enquanto Džeko marcou 26.

Foi uma temporada que transformou dois atacantes em lendas do clube e colocou o Wolfsburg definitivamente no mapa do futebol europeu.


O Wolfsburg antes do título

Para entender o tamanho da conquista, é necessário olhar para o contexto.

O Wolfsburg não fazia parte do grupo tradicional de gigantes do futebol alemão. Bayern de Munique, Borussia Dortmund, Werder Bremen, Hamburgo, Schalke 04 e outros clubes possuíam muito mais tradição nacional.

Na temporada anterior, 2007/08, o Wolfsburg havia terminado a Bundesliga na quinta colocação, com 54 pontos. A equipe já demonstrava evolução, mas ainda não parecia candidata ao título.

A chegada de Felix Magath mudou o projeto.

O treinador assumiu funções amplas no clube e participou diretamente da construção do elenco. Magath ficou conhecido por seus métodos de treinamento extremamente exigentes e por priorizar jogadores fisicamente preparados para suportar uma temporada longa.

O trabalho começou a dar frutos.


Felix Magath: o arquiteto da conquista

Felix Magath já tinha experiência em conquistar a Bundesliga.

Antes de chegar ao Wolfsburg, havia comandado o Bayern de Munique aos títulos nacionais de 2004/05 e 2005/06. No Wolfsburg, porém, ele conseguiu algo ainda mais surpreendente: transformar um clube que não tinha tradição de títulos nacionais em campeão alemão.

Magath apostava principalmente em sistemas como o 4-4-2 e o 4-1-3-2, explorando a força de seu meio-campo e, principalmente, a capacidade de Grafite e Džeko no ataque.

Seu método de preparação física também ficou famoso.

O treinador submetia os jogadores a sessões de treinamento extremamente pesadas. No centro de treinamento, uma subida ficou conhecida informalmente como “Monte Magath”, utilizada nos exercícios físicos do elenco.

A ideia era simples: construir uma equipe capaz de manter intensidade durante os 90 minutos.

E o resultado apareceu principalmente na segunda metade da temporada.


O início da Bundesliga 2008/09

O Wolfsburg não começou a temporada como grande favorito ao título.

O campeonato tinha Bayern de Munique, Schalke, Werder Bremen, Hamburgo, Bayer Leverkusen e outros clubes com maior tradição.

Durante boa parte do primeiro turno, o Wolfsburg permaneceu próximo do grupo de liderança, mas sem parecer o principal candidato.

Na metade da competição, a equipe chegou a ocupar apenas a nona posição.

Isso torna a conquista ainda mais impressionante: nunca uma equipe havia saído de uma posição tão baixa ao final do primeiro turno para terminar campeã da Bundesliga.

A partir daí, porém, tudo mudou.


A incrível arrancada no segundo turno

O Wolfsburg começou a transformar partidas equilibradas em vitórias.

Grafite começou a marcar com enorme frequência.

Džeko também cresceu de produção.

Misimović passou a distribuir assistências em ritmo impressionante.

E o Wolfsburg começou a acumular vitórias.

A equipe passou a atacar com enorme velocidade e eficiência, enquanto o meio-campo oferecia equilíbrio para que os dois atacantes permanecessem próximos da área.

A campanha ganhou uma dimensão completamente diferente quando o Wolfsburg enfrentou o Bayern de Munique.


Wolfsburg 5 x 1 Bayern de Munique: o jogo que mudou tudo

Em 4 de abril de 2009, o Wolfsburg recebeu o Bayern em uma partida que acabou se tornando um dos momentos mais emblemáticos da temporada.

O Bayern abriu o placar, mas o Wolfsburg reagiu de maneira devastadora.

O resultado final foi:

Wolfsburg 5 x 1 Bayern de Munique

Grafite marcou duas vezes.

Džeko também marcou dois.

E o quinto gol foi de Christian Gentner.

A vitória não apenas colocou o Wolfsburg definitivamente na briga pelo título como também mostrou que aquela equipe poderia derrotar o gigante bávaro de maneira contundente.

O segundo gol de Grafite entrou para a história da Bundesliga.

O brasileiro recebeu a bola dentro da área, driblou vários jogadores do Bayern e finalizou de calcanhar.

O lance se tornou um dos gols mais famosos da história do campeonato e é considerado um dos momentos mais emblemáticos da campanha do Wolfsburg.


Grafite: o artilheiro improvável

Quando Grafite chegou ao futebol alemão, poucos poderiam imaginar que ele terminaria uma temporada como o maior goleador da Bundesliga.

Na primeira temporada pelo Wolfsburg, em 2007/08, o brasileiro havia marcado 11 gols.

Em 2008/09, explodiu.

Foram 28 gols em 25 partidas de Bundesliga, números suficientes para conquistar a artilharia da competição.

Grafite também marcou um dos gols mais lembrados da temporada contra o Bayern.

Sua capacidade de proteger a bola, finalizar e jogar de costas para o gol combinava perfeitamente com o estilo de Džeko.

O brasileiro terminou a competição com 28 gols e 11 assistências, segundo os registros estatísticos da época.


Edin Džeko: o parceiro perfeito

Se Grafite foi o artilheiro, Edin Džeko foi o outro grande protagonista.

O atacante bósnio marcou 26 gols na Bundesliga.

Se Grafite não tivesse tido uma temporada extraordinária, Džeko provavelmente teria sido o artilheiro da competição.

Ele terminou apenas dois gols atrás do companheiro.

Džeko também teve uma reta final espetacular: marcou em 13 das últimas 16 partidas da Bundesliga, fazendo 21 de seus 26 gols nesse período.

O atacante foi fundamental para que o Wolfsburg mantivesse o ritmo na disputa pelo título.


A dupla Grafite + Džeko

A combinação dos dois atacantes produziu 54 gols.

Isso significava que Grafite e Džeko, juntos, foram responsáveis por 67,5% dos 80 gols do Wolfsburg na Bundesliga.

A dupla ainda estabeleceu um recorde histórico.

Os 54 gols superaram a marca de 53 gols que Gerd Müller e Uli Hoeneß haviam conseguido pelo Bayern na temporada 1971/72.

Naquele momento, Grafite e Džeko formaram uma das duplas de ataque mais produtivas da história da Bundesliga.

Os números da dupla

JogadorGolsAssistências
Grafite2811
Edin Džeko2610
Total5421

A dupla não teria alcançado números tão impressionantes sem outro jogador fundamental.


Zvjezdan Misimović: o cérebro do time

Se Grafite e Džeko eram responsáveis por finalizar, Zvjezdan Misimović era um dos grandes responsáveis por criar.

O meia bósnio terminou a Bundesliga com 20 assistências, estabelecendo um recorde da competição para o período analisado pelo Kicker, superando a antiga marca de 17.

Misimović marcou sete gols e terminou com 27 participações diretas em gols, somando gols e assistências.

Sua capacidade de encontrar os atacantes em boas posições foi fundamental.

O Wolfsburg tinha, portanto, uma fórmula ofensiva extremamente clara:

Misimović criava → Grafite e Džeko finalizavam.


A defesa também foi importante

É fácil lembrar daquela equipe apenas pelos 80 gols marcados.

Mas o Wolfsburg também tinha uma defesa competitiva.

Foram 41 gols sofridos em 34 partidas, o que representou a terceira melhor defesa da Bundesliga naquela temporada.

O goleiro Diego Benaglio foi uma das peças importantes.

Na defesa, nomes como Andrea Barzagli, Jan Šimůnek e Ricardo Costa ajudaram a formar uma estrutura sólida.

O lateral Marcel Schäfer também teve papel importante na equipe.

No meio-campo, Josué, Makoto Hasebe e Christian Gentner ofereciam equilíbrio para que os jogadores ofensivos pudessem atacar.


A campanha em números

A Bundesliga 2008/09 terminou com números impressionantes para o Wolfsburg.

EstatísticaWolfsburg
Jogos34
Vitórias21
Empates6
Derrotas7
Pontos69
Gols marcados80
Gols sofridos41
Saldo de gols+39
Posição1º lugar

O Bayern terminou em segundo, com 67 pontos.

O Stuttgart ficou em terceiro, com 64.

Ou seja, o Wolfsburg conquistou o título com dois pontos de vantagem sobre o gigante de Munique.


O melhor ataque da Bundesliga

O Wolfsburg marcou 80 gols.

Nenhuma outra equipe conseguiu superar essa marca.

A produção ofensiva foi muito superior à do Bayern, que terminou com 71 gols.

A diferença de nove gols ajuda a explicar a identidade daquela equipe.

O Wolfsburg não conquistou o título apenas vencendo partidas apertadas.

Em muitos momentos, simplesmente atropelou os adversários.


A força do Wolfsburg em casa

Outro aspecto impressionante foi o desempenho na Volkswagen Arena.

O Wolfsburg venceu 16 das 17 partidas em casa e empatou apenas uma, sem sofrer derrotas.

Esse aproveitamento transformou o estádio em uma verdadeira fortaleza.

A torcida passou a acreditar no título à medida que a equipe acumulava vitórias.

No fim da temporada, a Volkswagen Arena se tornou o palco da comemoração do primeiro campeonato nacional da história do clube.


A rodada final: Wolfsburg 5 x 1 Werder Bremen

A decisão do campeonato aconteceu na última rodada.

O Wolfsburg precisava apenas fazer sua parte para garantir o título.

O adversário era o Werder Bremen.

E a equipe não deixou espaço para dúvidas.

O Wolfsburg venceu por 5 a 1.

Grafite marcou dois gols.

Džeko também marcou duas vezes.

Christian Gentner completou o placar.

Com a vitória, o Wolfsburg chegou aos 69 pontos e confirmou oficialmente o primeiro título alemão de sua história.

O quinto gol de Džeko teve ainda um significado especial.

Com ele, a dupla chegou a 54 gols, superando o antigo recorde de 53 gols de Gerd Müller e Uli Hoeneß pelo Bayern em 1971/72.

Era o encerramento perfeito para uma campanha improvável.


Os principais jogadores do campeão

Diego Benaglio

O goleiro suíço foi uma das principais referências defensivas da equipe.

Sua segurança ajudou o Wolfsburg a sustentar a campanha até o fim.

Andrea Barzagli

O italiano oferecia experiência e qualidade à defesa.

Barzagli já tinha experiência internacional e se tornou uma das referências do sistema defensivo.

Josué

O volante brasileiro era responsável por dar equilíbrio ao meio-campo.

Sua função permitia que Misimović tivesse maior liberdade para criar.

Christian Gentner

Gentner era um dos jogadores importantes na chegada ao ataque e também marcou o quinto gol do Wolfsburg contra o Werder Bremen na rodada do título.

Zvjezdan Misimović

O grande garçom da equipe.

Foram 20 assistências, um número extraordinário.

Grafite

O artilheiro.

Foram 28 gols, suficientes para conquistar a Torjägerkanone.

Edin Džeko

O parceiro de ataque.

Foram 26 gols e uma reta final extraordinária.


Os maiores goleadores do Wolfsburg na Bundesliga

A dupla ofensiva dominou completamente a artilharia do clube.

JogadorGols
Grafite28
Edin Džeko26
Zvjezdan Misimović7

Somados, Grafite e Džeko marcaram 54 dos 80 gols da equipe.

Para colocar isso em perspectiva, os dois marcaram juntos mais gols do que o total de vários elencos inteiros da Bundesliga naquela temporada.


E na Copa da Alemanha?

O Wolfsburg não conseguiu transformar a temporada em uma dobradinha.

Na DFB-Pokal, a equipe foi eliminada nas quartas de final.

O foco acabou ficando completamente na Bundesliga, onde o Wolfsburg fez sua campanha histórica.

Na competição europeia, o clube também participou da Copa da UEFA, chegando à fase de 32 avos de final.

Portanto, o grande objetivo da temporada acabou sendo alcançado no campeonato nacional.


A temporada que mudou a história do Wolfsburg

Antes de 2008/09, o Wolfsburg era um clube conhecido principalmente por sua ligação com a Volkswagen e por algumas campanhas interessantes na Bundesliga.

Depois daquela temporada, passou a ser lembrado como campeão alemão.

A conquista também ajudou a projetar internacionalmente jogadores que posteriormente teriam carreiras enormes.

Džeko se tornaria um dos grandes atacantes europeus de sua geração.

Grafite virou ídolo eterno do Wolfsburg.

Misimović consolidou sua reputação como um dos grandes criadores daquela Bundesliga.

E Felix Magath ganhou mais um título nacional em sua carreira.


O fim de uma era logo após o título

Curiosamente, o projeto não continuou da mesma maneira.

Felix Magath já havia acertado sua saída para o Schalke antes mesmo do fim da temporada e deixou o Wolfsburg depois da conquista.

Isso fez com que o título de 2009 ganhasse ainda mais importância.

A equipe que havia sido construída por Magath não conseguiu manter aquele mesmo nível de domínio na temporada seguinte.

O Wolfsburg terminou a Bundesliga 2009/10 apenas na oitava posição, enquanto Džeko permaneceu como um dos principais nomes do ataque.

O campeão de 2008/09 havia sido uma fotografia de um momento extraordinário.


Curiosidades sobre o Wolfsburg campeão

Foi o primeiro título alemão do clube

O Wolfsburg conquistou a primeira Bundesliga de sua história em 2008/09.

Grafite foi o artilheiro

O brasileiro marcou 28 gols e terminou no topo da artilharia.

Džeko marcou 26

O bósnio terminou apenas dois gols atrás de Grafite.

A dupla marcou 54 gols

Grafite e Džeko foram responsáveis por 54 dos 80 gols do Wolfsburg.

Misimović deu 20 assistências

O meia estabeleceu um recorde de assistências na Bundesliga para a época.

O Wolfsburg foi quase perfeito em casa

Foram 16 vitórias e um empate na Volkswagen Arena.

O Bayern foi goleado

O Wolfsburg derrotou o Bayern por 5 a 1 em uma partida que ficou marcada pelo gol histórico de Grafite.

O título foi confirmado com goleada

Na última rodada, o Wolfsburg venceu o Werder Bremen por 5 a 1 e garantiu o campeonato.


Por que o Wolfsburg de 2008/09 é considerado tão especial?

A principal razão é a combinação entre improbabilidade e domínio.

O Wolfsburg não começou a temporada como favorito.

Chegou à metade do campeonato na nona posição.

Depois, conseguiu uma arrancada extraordinária, venceu adversários diretos, goleou o Bayern, transformou a Volkswagen Arena em uma fortaleza e terminou com o melhor ataque da competição.

Além disso, teve os dois primeiros colocados da artilharia:

Grafite — 28 gols

Džeko — 26 gols

E ainda contou com o principal garçom do campeonato:

Misimović — 20 assistências.

Era uma equipe perfeitamente construída para atacar.


O legado de Grafite e Džeko

É impossível falar daquele Wolfsburg sem falar dos dois atacantes.

Grafite e Džeko não eram exatamente jogadores com características idênticas.

Grafite era mais forte fisicamente, protegia bem a bola e tinha enorme capacidade de finalização.

Džeko oferecia mobilidade, altura, técnica e capacidade de atacar espaços.

A combinação funcionou de maneira extraordinária.

Os dois marcaram 54 gols, superando o recorde de Gerd Müller e Uli Hoeneß que permanecia desde 1971/72.

Por isso, a dupla entrou para a história da Bundesliga.


Wolfsburg 2008/09 x Bayern de Munique

A disputa pelo título foi particularmente simbólica porque o principal adversário era justamente o Bayern.

O gigante de Munique terminou com 67 pontos, apenas dois atrás do Wolfsburg.

Mas o confronto direto em abril acabou sendo decisivo para a percepção de força daquela equipe.

O Wolfsburg venceu por 5 a 1.

A goleada mostrou que o clube não estava apenas aproveitando uma temporada ruim dos favoritos.

Ele próprio havia se tornado uma equipe capaz de destruir o maior clube da Alemanha.


A importância histórica do título

O Wolfsburg de 2008/09 representa um dos exemplos mais interessantes de uma equipe que conseguiu romper a hegemonia dos clubes tradicionais.

O campeonato também veio em um período no qual o Bayern continuava sendo a principal potência financeira e esportiva da Alemanha.

Mesmo assim, o Wolfsburg conseguiu terminar à frente.

A conquista provou que um projeto bem estruturado, uma boa montagem de elenco e uma temporada excepcional podem colocar um clube fora do grupo tradicional de favoritos no topo da Bundesliga.


Conclusão

A temporada 2008/09 do Wolfsburg é uma das histórias mais fascinantes da Bundesliga.

O clube começou longe de ser considerado favorito, chegou à metade da competição na nona posição e terminou campeão com 69 pontos, dois à frente do Bayern de Munique.

O segredo estava em uma combinação quase perfeita.

Felix Magath organizou a equipe.

Misimović criou.

Grafite marcou 28 gols.

Džeko marcou 26.

Diego Benaglio protegeu a baliza.

E o restante do elenco garantiu o equilíbrio necessário para que aquela máquina ofensiva pudesse funcionar.

O Wolfsburg marcou 80 gols, teve a melhor campanha como mandante e terminou a temporada com o melhor ataque da competição.

No último jogo, a goleada por 5 a 1 sobre o Werder Bremen confirmou o título e coroou uma campanha que já havia sido marcada por outro 5 a 1 inesquecível, contra o Bayern.

Mais de 15 anos depois, o Wolfsburg de 2008/09 continua sendo lembrado por uma das duplas de ataque mais letais da história da Bundesliga e por uma conquista que parecia improvável no início da temporada.

Foi o ano em que Grafite e Džeko fizeram história, Misimović distribuiu assistências em ritmo recorde e Felix Magath transformou o Wolfsburg em campeão alemão pela primeira — e, até hoje, única — vez.


Por: Eduardo P. Silva