O Red Bull Bragantino conquistou uma vitória emocionante por 3-2 sobre o Blooming, num confronto cheio de reviravoltas e decidido apenas no último lance da partida.
Início forte e vantagem brasileira
O Bragantino começou melhor e abriu o marcador aos 16 minutos, com Fernando Santos a converter uma grande penalidade. A equipa paulista controlava o jogo e parecia encaminhar uma vitória tranquila, criando várias oportunidades ao longo da primeira parte.
No entanto, o Blooming resistiu e encontrou o empate já nos acréscimos do primeiro tempo. Aos 45+1, Hinojosa aproveitou assistência de Bejarano e deixou tudo igual antes do intervalo.
Blooming surpreende na segunda parte
Logo no reinício, a equipa boliviana voltou mais agressiva e conseguiu a virada aos 53 minutos, quando Villarroel também marcou de penalidade, colocando o marcador em 2-1.
O Bragantino sentiu o golpe, mas reagiu rapidamente. A pressão aumentou e, aos 64 minutos, Pitta apareceu para empatar após assistência de Tavares, recolocando o jogo em aberto.
Pressão total e golo no fim
A partir daí, o Bragantino dominou completamente a partida. Com volume ofensivo intenso, acumulou remates, cantos e presença constante na área adversária.
Foram 29 remates contra 13, 11 finalizações à baliza e 38 toques na área rival, números que mostram a superioridade brasileira. O guarda-redes do Blooming ainda evitou vários golos, mantendo a equipa viva até aos minutos finais.
Mas aos 90+6 minutos, no apagar das luzes, Pitta voltou a aparecer. Após assistência de Gustavo Marques, marcou o 3-2 e garantiu uma vitória dramática para os donos da casa.
Superioridade refletida nos números
Além dos três golos, o Bragantino terminou superior em posse de bola (56%), xG (3.41 contra 1.80), remates e oportunidades claras. A equipa criou o suficiente para vencer com folga, mas precisou esperar até o fim para confirmar os três pontos.
Conclusão
A vitória recompensa a insistência do Bragantino, que mostrou poder de reação e enorme volume ofensivo. Já o Blooming sai derrotado, mas valorizado pela entrega e eficiência durante boa parte do jogo.
Por: Eduardo P. Silva