A França venceu o Brasil por 2-1 em amistoso disputado em Boston, num jogo que evidenciou a eficiência e maturidade da seleção europeia — mesmo atuando com um jogador a menos durante grande parte da segunda parte.

Com gols de Kylian Mbappé e Hugo Ekitike, os franceses construíram vantagem suficiente para resistir à reação brasileira na reta final.


Resumo do jogo

A França dominou o primeiro tempo, controlando o ritmo e explorando melhor os espaços, enquanto o Brasil encontrava dificuldades para criar.

O placar foi aberto aos 32 minutos, quando Mbappé recebeu de Dembélé, acelerou com liberdade e finalizou com categoria.

Na segunda etapa, o Brasil voltou mais agressivo, mas viu o jogo ganhar contornos inesperados com a expulsão de Dayot Upamecano aos 55 minutos.

Mesmo com um a menos, a França ampliou logo depois com Ekitike, em um contra-ataque fatal.

O Brasil ainda diminuiu com Bremer, mas não conseguiu evitar a derrota.


França letal mesmo em desvantagem

Mesmo com inferioridade numérica, a França mostrou frieza e qualidade.

  • Transições rápidas
  • Eficiência nas finalizações
  • Inteligência tática

O segundo gol resume bem isso: recuperação de bola, condução de Olise e finalização precisa de Ekitike.


Brasil reage, mas peca nos detalhes

O Brasil melhorou bastante na segunda parte, pressionando e criando volume ofensivo.

Destaques positivos:

Pressão alta

  • Reação após o intervalo
  • Gol de Bremer que recolocou o time no jogo

Problemas persistentes:

  • Falhas defensivas
  • Dificuldade em furar defesas organizadas
  • Ineficiência nas chances finais

Destaques individuais

  • Kylian Mbappé — decisivo e sempre perigoso
  • Hugo Ekitike — oportunismo e frieza no gol
  • Bremer — gol e presença ofensiva
  • Ousmane Dembélé — assistência e criatividade

O que o jogo mostrou

A vitória da França, mesmo com um jogador a menos, reforça o status da equipe como uma das grandes favoritas para a Copa do Mundo FIFA 2026.

Já o Brasil mostrou capacidade de reação, mas segue precisando ajustar seu sistema defensivo e melhorar a eficiência ofensiva para competir no mais alto nível.

Por: Eduardo P. Silva